Instituto Tomie Ohtake e Museu de Arte de São Paulo #1

Hey gente, desculpa, sempre fico "ah, depois eu posto no blog", "ah, amanhã eu faço o post", kk e sempre acabo adiando, e não fazendo nada, a verdade é que essa postagem ia ficar enormeeee, e por isso da minha persistência em adiar. Mas vou dividir esse post, em dois ou três, quem sabe.
Mas então vamos começar com o post. Vim falar da minha viagem com o curso técnico para o Instituto Tomie Ohtake, com a exposição de Dalí, e para o Museu de Arte de São Paulo (MASP), realizada no dia 7 de dezembro.




A primeira parada foi no Instituto Tomie Ohtake, que teve como exposição obras do Salvador Dalí, ficou em falta os quadros com os relógios derretendo, que são uma marca do pintor. Mas conforme você vai passando pela exposição, acaba até se esquecendo dessa marca. No folheto que eles lhe entregam na entrada, tem um texto com algumas obras de Dalí, explicando bemm, e que dá uma super curiosidade no final. Vou colocar ele em seguida para vocês:

Autorretrato e autobiografia
Salvador Dalí é um criador no sentido mais amplo do tempo e que, tal, como seus, admiradores artistas do Renascimento, vai muito além da pintura. Elabora sua obra tanto a partir de complexas e diversas linguagens artísticas, como a partir da construção de uma personagem. E o faz de maneira sistemática, quase programática, já que deseja ir além do nível de influência do artista na sociedade de massas. Dalí apresenta-se como um gênio, constrói uma personagem que acaba sendo uma de suas criações mais destacadas, que o situa como clara referência de um artista como Andy Warhol, mas que, ao mesmo tempo, baseia-se na ideia do gênio do Renascimento, o humanista que trabalha em diferentes âmbitos de criação.

"El espectro del sex-appeal" - Óleo sobre madeira (17,9x13,9cm)
Com esta mostra, propomos um olhar que nos ajude a entender Dalí em todas as suas vertentes: pintor, desenhista, pensador, escritor, apaixonado pela ciência, catalisador das correntes de vanguarda, ilustrador, designer, cineasta, cenógrafo. Também como inconformista da cultura de massas e, evidentemente, como artistas que experimenta em todos os campos da criação inclusive os mais inovadores, como as instalações e as performances.
Autor de imagens plásticas e literárias únicas, sua iconografia é uma referência do imaginário coletivo do século XX, mas, também, do nosso, o XXI. Dalí representa a culminação de uma determinada ideia de obra de arte total, resultado da justaposição (até se confundir) de obra e personagem, de vida pública e vida secreta e artística. Dalí é a imaginação portentosa de uma extraordinária máquina de pensar e criar.

"Idilio atómico y uránico melancólico" Óleo sobre tela (66,5x86,5cm)
Sobre um fundo inusitadamente escuro, Dalí acomoda um conjunto de elementos iconográficos e simbólicos próprios de sua obra pictórica, junto com outros novos, que mostram uma referência clara aos bombardeios e cenários da Segunda Guerra Mundial. Especialmente, o avião bombardeiro que está no interior do próprio rosto situado na parte central inferior da composição, e a explosão que se acha mais à direita. Em 1945 acontece o bombardeio das cidades de Hiroshima e Nagasaki, fato que o deixa profundamente consternado e que significa o início de sua etapa mística-nuclear, que explica a partir de 1951 com a publicação do Manifesto místico.
Se considerássemos somente os estreitos vínculos de Salvador Dalí com o surrealismo, o artista já mereceria um lugar importante, fundamental, dentro da história da arte do século XX. Mas não é só por isso que Dalí é uma das figuras emblemáticas do século passado. Em sua obra, ele nos oferece a senha para descobrir quais são suas influências, suas filias e fobias. Às vezes, apresenta-as de forma evidente. Mas, em outras ocasiões, temos que seguir seus mesmos passos, suas pistas e suas provocações, para descobri-las, tanto em sua obra pictórica como eu seus escritos. Através de um percurso por sua obra, ao mesmo tempo cronológico e temático, analisamos um artista que abre janelas desde o passado à arte mais contemporânea. Sua Projeção de futuro é imprevisível, mas, ao mesmo tempo, Dalí é, possivelmente, um dos criadores mais determinantes do século XX, tanto no campo das ideias como no das imagens. Esta exposição convida-nos a repensar o lugar de Salvador Dalí na história da arte e a considerá-lo muito além do seu papel de artífice do movimento surrealista."
Montse Aguer - curadora

Por enquanto é isso, as duas obras que coloquei, eu que tirei foto, estão tortas, porque estava LOTADO, e não tinha como parar exatamente na frente do local para enquadrar e tirar a foto. Vou provavelmente dividir o post em três, pois tem muitaaa coisa ainda para mostrar, e fiz um vídeo que colocarei no último post sobre a viagem kk.

Bj bj

Palo Alto

Heyy gentee, eu sei, eu sei, um mês sem postar, já estou com meu coração doendo kk. Mas é que esse final de ano foi um dos mais corridos para mim, ainda estou um pouco estressada, e fiquei de recuperação em uma matéria no colégio técnico, e espero apenas ter sido uma.
Mas vamos ao que interessa, antes de ontem assisti Palo Alto dirigido por Gia Coppola, e vim falar um pouquinho dele para vocês.


O filme é do gênero drama, com uma hora e 40 minutos de duração, contando no elenco com Emma Roberts, James Franco, Nat Wolff, Zoe Levin, Zack Kilmer (apaixonei nele gente), Keegan Allen, Chris Messina e Natalie Love.
Palo Alto foi baseado em um livro, com mesmo nome, escrito por James Franco, o mesmo que está atuando no filme. Ainda não há o livro em português (já procurei, pois fiquei com vontade de ler).

Sinopse do filme:
April (Emma Roberts) é uma tímida garota, que se vê dividida entre uma paixão mal resolvida com Teddy (Jack Kilmer) e um flerte com o seu treinador de futebol Mr. B (James Franco). Fred (Nat Wolff) é um adolescente sem limites e sem filtros que sempre carrega Teddy para suas aventuras destrutivas. O filme mostra a vida, muitas vezes tediosa e autodestrutiva, dos jovens que tentam se encontrar de alguma forma em algum lugar.

Minha Opinião:
Eu esperava muito mais do filme, quem sabe um pouco de A Arte da Conquista (acho que ainda não falei no blog, mas farei um post falando desse filme, que foi o começo do meu amor por filmes de drama e romance) que me marcou muito e foi interpretado pela Emma Roberts também. Comparado com filmes que estou acostumada a assistir, esse filme deixou muito a desejar para mim. Ele não me envolveu com os personagens como estava esperando. Depois de ler a sinopse dele, criei tanta expectativa com o filme, e me decepcionei no final. Os atores realmente são ótimos, foram ótimas interpretações, principalmente de Jack Kilmer (personagem: Teddy) que não conhecia ainda nenhum trabalho, a Emma Roberts não deixou a desejar também, como em todos os filmes de drama que assisti dela. Só não me senti envolvida com a história, como em Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (que falei sobre aqui no blog). 

 
A mensagem que eles passam sobre a adolescência e a procura do jovem de se encontrarem, ficou bem expressa em algumas partes, principalmente a vida muitas vezes tediosa e autodestrutiva, porém penso que eles poderiam ter acrescentado algo a mais para deixar o filme mais sentimental e envolvente, faltou aquele “tchan”.
 Quando assisti, não achei o filme envolvente, mas outras pessoas sim. Posso estar sendo um pouco exigente, mas foi o que senti no momento. Eles tentaram dar foco a vários personagens ao mesmo tempo, deixando os principais um pouco de fora, o que perdeu um pouco a sintonia da história. Mas algo que eu realmente foi ódio do personagem de Nat Wolff, Fred, ou seja, parabéns para o ator.

Resumindo, os atores cumpriram com seus papéis, deixaram o que sentiam bem expostos em suas expressões, porém não me envolveram como gostaria.

Procurei críticas de outras pessoas para vocês terem uma base, mas apenas achei uma, que é do blog Being a Bookaholic, escrito pela Carolina:
Ouvi falarem tanto sobre esse filme que estava morrendo de vontade de assisti-lo há muito tempo. E me decepcionei muito. Poderia até falar que foi o filme mais inútil e sem sentido que já assisti na minha vida, mas isso talvez soe muito forte. Mas é o que é. (...) O filme não tem um clímax e termina sem nenhum aviso, totalmente sem sentido. Me perdoem quem viu sentido nisso e, por favor, me contem, porque eu não quero continuar pensando que gastei quase duas horas da minha vida para nada.

 Bom, como sempre coloco, vou colocar o Trailer para vocês e por onde eu assisti ;)


Prontinho, e por incrível que pareça, eu assisti o filme pelo YouTube, mas já declarando que a qualidade não é tão boa. É só clicar AQUI.
E é isso gente, beijinhos e até o próximo post.



Apenas mais um vendedor de flores.


Sou tristeza pura, de carro em carro, ofereço rosas por tão pouco preço. Ouvi tilintar da boca de sábios que foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante, eu um mero vendedor de flores nos faróis de uma cidade com almas fantasmas que é São Paulo. Com ainda a espelhar esperança no brilho de meu olhar, esperando que algum fantasma aceite a troca de algumas notas por uma simples e delicada rosa vermelha que foi regada com lágrimas de um simples vendedor que ainda, nessa cidade imensa, lhe sobrou um pingo de humanidade. E no meio dessa confusão, pensa que tem algum sentido na vida. A cada automóvel que ofereço a planta conhecida por simbolizar o amor, vejo cada ser humano sentado e segurando o volante como seres sem vida, os enxergo em preto e branco, e é quando cegamente fito uma moça tão branca com olhos de caçadora, que pega uma flor no meio de várias e sente o exalar do perfume deixando transparecer um sorriso de dentes mais brancos que sua pele e sendo pela primeira vez no meio de um mundo sem cor, onde só as flores eram vermelhas, eu passei a enxerga-lo de uma maneira grandiosa e única, passei a observar todos os simples detalhes da moça, foi os 30 segundos mais longos e bonitos de toda a minha vida. Quando a admirável moça foi-se por si só, o mundo passou a ser preto e branco novamente. Sou um vendedor de rosas com a triste dor da partida por nunca mais tê-la visto. Cada flor não vendida, cada flor murcha, cada flor que se perdia com o tempo, era dor, todas eram simplesmente únicas. Passei a parar de corta-las e apenas a admira-las no meu pequeno jardim, sinceramente não fazia sentido algum vende-las por tão pouco valor se elas seriam perdidas em poucos dias. Sou um ex-vendedor de rosas com medo da partida, do final em vão e contaminado pela saudade da moça da rosa de diversas cores.

Coleção Primavera Garimpário

Hey hey gente, quanto tempo né, me desculpem, afinal, acho que tenho que parar de pedir desculpas pelo tempo que não posto e fazer mais deles kk, enfim, espero que estejam bem ^^

Bom, vi um post uns dias atrás no site da CatracaLivre falando a respeito do Garimpário que é um brechó virtual criado pelo designer gráfico Renato Kormives e pelas designers de moda Jaqueline Scissar e Emanuele Lazzari que são apaixonados por moda e viajam todo o Brasil garimpando peças de roupas que não estavam sendo usadas.

"Para comemorar a chegada da primavera, o brechó criou o editorial 'Vintage Garden', que busca retratar a essência da estação mais contagiante do ano com muitas cores e estampas florais."

 "Aliando estilo autoral à consciência ambiental, além de selecionar, a marca também estiliza grande parte de seus achados, dando um toque completamente  exclusivo e original a cada peça."


  •  Ficha Técnica
    Fotografia: Guilherme Dimatos
    Beleza: Vanessa Neto
    Produção e Styling: Emanuele Lazzari e Jaqueline Scissar
    Assistente: Vinícius Martins
    Modelos: Isadora de Borba Busch, João Melo e Sofia Pisani (DN Models)
    Acessórios: Crua, Parco Design e Tulp

 Eu particularmente quando vi as fotos não me interessei muito, mas quando entrei no brechó foi puro amor por algumas roupas, elas me lembraram muito alguns looks indie que aparecem no Tumblr e que eu amo compartilhar com meus seguidores de lá, sinceramente, vale a pena conferir, não apenas a coleção primavera, mas a loja inteira para ver se gostam de algo.
Beijoss



O Marketing secreto

Oi oi gentee, esse vídeo que colocarei para você, não fala mais do que todo o mundo já sabe, porém ignora para se sentir melhor. Todos da plateia ficaram assustado quando a mulher parou de falar. E para os que não gostam de cenas fortes de animais, eu prometo que não contêm nenhum tipo de cena do tipo. Aproveitem.


Impactante não? Então por que você não leva isso para sua vida?

Beijoss
Pands

Lenços com desenhos de pássaros

Hey hey gente, vim mostrar para vocês lenços que a designer de moda Roza Khamitova criou inspirada em pássaros da forma mais criativa possível. Os desenhos das roupas, impressos digitalmente, foram pintados à mão por Roza. Cada peça cria a ilusão de que a pessoa tem enormes asas de pássaros. Seu trabalho está disponível em uma loja virtual no Etsy, chamada “Shovava”.


Um mais lindo que o outro *-* é de apaixonar, uma pena os preços serem um pouco apimentados haha. Espero que tenham gostado tanto quanto eu.

Beijoss
Mands

Por que mulheres podem chorar e homens não?


Tenho que saciar o meu desejo psicológico de escrever, faz meses que não tenho coragem de pegar em meu caderno, e como sempre acontece, começo a prender meus sentimentos. Bom, é como minha psicóloga me disse um dia (maldita depressão), ela fez várias perguntas, conversando abertamente comigo – aquele escritório dela me deixava deprimida, não tinha cor, não tinha vida – como não choro, meu corpo, meu psicológico, tenta achar uma maneira de “libertar” tudo o que guardei dentro de mim. Desde que era pequena, via meus primos brincando em uma chácara que temos até hoje em Minas Gerais, não é tão longe da minha cidade atual, mesmo morando em outro estado, me lembro de Gabriel caindo enquanto brincávamos de polícia e ladrão, Ygor, meu primo mais velho por parte de pai, vendo que Gabriel iria começar a chorar por causa de seus cortes na palma das mãos, e em seus joelhos, foi correndo pra ele: “Não começa a chorar, homem não chora”. Gabriel não chorou, mas essa cena se repetia várias e várias vezes em minha família. Afinal, por que mulheres podem chorar e homens não?<br />
    Lembro-me bem da última vez que chorei, devia ter 10 anos ou menos, ainda não sabia bem como funcionava a vida, era meu aniversário, dia 20 de maio, eu como qualquer outra da minha idade esperava um brinquedo de presente de sua avó, e fui com um sorriso enorme estampado em meu rosto receber meu presente, ganhei uma blusa de frio com aquele personagem da Disney costurado no lado esquerdo da minha barriga, ninguém percebeu, mas fui ao banheiro e comecei a chorar, minha mãe, que provavelmente foi a única que percebeu que eu não tinha ficado muito feliz com o presente, foi atrás de mim depois de alguns minutos, ela me encontrou no banheiro, e do jeito rígido dela na época – hoje nem tanto –, mandou eu engolir o choro, e foi o que eu fiz, parei de chorar, lavei meu rosto, meus olhos começaram a deixar o vermelho de lado, voltei a ficar com a família como se nada tivesse acontecido. E dai pra frente dá para ter uma noção do que aconteceu, virei uma menininha com pouca idade, e digamos, que “forte” no sentido de sentir.
    Desde criança fui a que oferecia colo, preferia brincar com os meninos do que com as meninas, achava elas frescas demais por brincarem de boneca, e eu sempre correndo, sempre caindo, sempre me machucando, sangrando, e nunca um choro saiu, afinal, para mim, chorar virou coisa de menina fresca.
     Algo mudou com meus 12 anos de idade, Ygor com 15 anos, Gabriel com 13. Ygor morava com minha avó, a mesma que tinha me dado a blusa de frio. Era um fim de semana qualquer, a família resolveu se reunir e almoçar, cheguei e fui cumprimentar todos, entrei no quarto do meu primo, ele estava sentado na cama dele, que era encostada com a parede, junto de Gabriel, estavam conversando no momento, eu disse oi para os dois, mas logo sai, o ambiente estava caído demais para se manter lá dentro, vi algumas coisa brilhar no rosto do meu primo mais velho, se assemelhavam com gostas de água, caindo de seus olhos, depois de muito tempo, fiquei sabendo da história pela minha prima Barbara (irmã de Ygor) que ele teria acabado o namoro. Disse para ela que nunca iria namorar na vida, porque se ele chorou, se a pessoa que dizia que homem não chora, derramou lágrimas, coisa boa não devia ser. Me apaixonei pela primeira vez com 13 anos, no começo achei a melhor sensação de todas, mas como disse, coisa boa não é, passei a achar a pior sensação do mundo com o tempo, não chorei. Só era a menina apaixonada e durona.<br />
    Meus problemas começaram depois de 5 meses apaixonada, já com 14 anos, não aguentava aquele sentimento torturante, comprei um caderno, onde escrevia, um diário para ser exata, mas não deu muito certo, não conseguia manter em dia. Comecei a comprar livros, eles tiravam a sensação da minha cabeça, do meu coração. E quando me dei conta, já conseguia controlar aquilo. Eu não me apaixonava como as pessoas se apaixonavam, eu controlava meus sentimentos. Era diferente de todos. Não chorava em filmes, não chorava com uma história triste, minha mãe me chamava de “sem coração”, por não expressar o que sentia. No fundo, bem lá no fundo, eu gostava de ser aquela garota durona, que não chora, que é diferente, mas tudo aquilo cansava, eu sempre tinha que estar disponível como ombro para chorar, para ouvir desabafos. Ninguém, nem mesmo uma alma penada, perguntava o que se passava comigo, e se perguntasse eu responderia, com certeza, “nada demais”. Mas eu tinha vontade de trocar de papel, mesmo que fosse por um dia, eu queria ser a garota que chora, que não tem vergonha de jogar para fora o que sente e o mundo que se exploda. Atualmente eu choro, e sinto um alívio enorme, não choro para ninguém, só para eu mesma, porém, sinto que vou incomodar alguém se pedir para desabafar. Escrever é a única solução que tenho, pois sei que nenhum caderno vai recusar meu desabafo. Afinal, eu ainda sou aquela menininha com medo de chorar para alguém.

Amanda Perez.

Playlist da semana

Hey hey gente, dei uma sumida eu sei, peço desculpas, estava em época de provas no ensino médio e agora essa semana começa mais provas do técnico, essa vida esta difícil viu :c Mas vamos ao que interessa, vou fazer vários posts e deixar aqui para ir postando durante a semana. Inclusive, estou negociando com algumas lojas para deixar posts mais diversificados para vocês.


Apresento para vocês a Andie Case de Seattle, porém, essas são as únicas informações que sei sobre ela. Conheci ela pelo Facebook por esse vídeo de cima, e digitei a letra no google para tentar encontrar, e encontrei de primeira. Ela tem um canal no Youtube onde contém alguns covers que ela faz.

 
 

Esse post vai ser curto, pois não tenho tanta informação sobre ela, e ele foi mais para não deixar o blog ficar paradinho, vou deixar alguns locais que vocês podem encontrar a Andie.
 Beijoss
Pands