Hey gente, nesse domingo (4 de janeiro) fui assistir Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba, com duração de uma hora e 37 minutos. Bora conferir?
Sinopse
O segurança Larry Daley (Ben Stiller) segue com seu inusitado trabalho no Museu de História Natural de Nova York. Determinado dia, descobre que a peça que faz os objetos do museu ganharem vida está sofrendo um processo de danificação. Com isso, todos dos amigos de Larry correm o risco de não ganharem mais vida. Para tentar salvar a turma, ele vai para Londres pedir a orientação do faraó (Ben Kingsley) que está em exposição no museu local.
Notas
AdoroCinema |
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- 2,8 de 5 (13 crítica)
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- 4,3 de 5 (por 136 notas das quais
23 críticas)
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Antes de colocar o que achei do filme, vou colocar duas notas (uma baixa e uma alta) para vocês verem algumas ideias convergentes, ou divergentes.
Zero Hora (Nota 2 de 5) por Roger Lerina
A segunda noite já tinha sido um equívoco, mas o estúdio insistiu com Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba.
O resultado é uma comédia fraca, que encerra mal uma trilogia e fecha
melancolicamente a carreira do ator Robin Williams (1951 – 2014).
(...)
Uma Noite no Museu 3 conta ainda no elenco com os veteranos
Dick Van Dyke e Mickey Rooney (1920 – 2014). Uma das raras cenas
realmente divertidas do filme é quando o cavaleiro sem-noção invade um
teatro londrino no meio de uma apresentação do musical Camelot e
começa a discutir em cena com o ator Hugh Jackman, crente de que está
falando com o próprio Rei Arthur – o astro chega a encarnar o furioso
Wolverine para tentar convencer Lancelot de que está apenas
interpretando a lendária figura medieval. Muito pouco para uma comédia
que não anima nem crianças, nem adultos.
CineWeb (Nota 3,5 de 5) por Nayara Reynaud
Ao que
tudo indica, Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba será realmente o
capítulo final da franquia estrelada por Ben Stiller e dirigida por Shawn Levy,
que teve início em 2006 e uma sequência três anos depois. A morte do ator Robin
Williams, no último mês de agosto, pôs fim aos planos anteriores de produzir um
spin-off com os bonecos de cera do presidente Teddy Roosevelt,
interpretado pelo comediante, e do explorador Jedediah, vivido por Owen Wilson.
Melhor
que seja assim, pois, ao mesmo tempo que consegue fechar satisfatoriamente a
história de seus personagens, a terceira parte demonstra que a série não teria
fôlego para continuar bem, ainda que em filmes derivados. De certo modo, seu
encerramento é até poético, já que o longa homenageia Williams e Mickey Rooney,
também falecido após suas gravações como o guarda-noturno Gus.
(...)
A
produção encontra o gancho para apresentar o terceiro museu na franquia, já
que, depois da própria instituição nova-iorquina no primeiro longa, o Smithsonian
de Washington foi cenário do segundo. No entanto, em comparação com os outros,
o londrino foi pouco desbravado em suas possibilidades de objetos em exposição.
O melhor aproveitamento foi da obra Relatividade (1953) de M. S. Escher,
que mostra uma perseguição bem engenhosa, lembrando a sequência dos quadros em Looney
Tunes: De Volta à Ação (2003).
Uma
amostra disso é que somente dois personagens são apresentados neste novo
ambiente. Um deles é Lancelot (Dan Stevens), ou a representação dele em cera,
como o bravo cavaleiro da Távola Redonda demora a perceber. A sua eterna busca
pelo Santo Graal atrapalha mais os norte-americanos do que a presença da vigia
Tilly, vivida por Rebel Wilson, que mesmo contida em um filme mais família,
ainda consegue arrancar risadas da plateia. Elas ocorrem, especialmente, quando
ela encontra Laaa, o Neandertal também interpretado por Stiller, já que ele foi
criado à imagem e semelhança de Larry.
Como a
criatura acredita que ele é seu pai, a situação serve para o guarda-noturno
analisar sua própria relação conturbada com seu filho Nick (Skyler Gisondo,
substituindo Jake Cherry), um tema recorrente na trilogia. Aliás, a aventura
muda de cenário, mas continua a mesma das outras duas produções, com vários
chavões da série, entre outros mais comuns – colocar London Calling de
fundo quando a trama chega à capital inglesa, por melhor que seja este
clássico, virou clichê. A grande questão é que, desta vez, o roteiro é pouco
inspirado quanto à resolução do problema apresentado: no fundo, eles nem
precisavam ir a Londres.
Ainda
sim, Uma Noite no Museu 3 é aquela diversão garantida para toda a
família nas férias, além de ter na sequência da montagem de Camelot em
West End um dos melhores momentos dos três filmes, com uma aparição-surpresa de
um astro dos palcos e da telona. E seu final somado à mensagem de que “a magia
nunca termina”, em homenagem a Robin e Mickey, seria a melhor última impressão
que a franquia poderia deixar.
Minha Opinião
Por ser um filme de família, o filme não deixou de cumprir o seu papel, que é divertir pessoas de diversas idades. Algumas piadas continuam sim, no filme, mas ao assistir, você não entra em um clima de "Ah, que chato, isso novamente", por que é uma história (contexto) diferente, e como você já conhece os filmes anteriores, também sabe da essência dos personagens anteriores (dos seus comportamentos, do modo de falar) e isso faz com que crie um ambiente divertido e de relaxamento. Sinceramente, não é apenas uma cena em que você vai rir (mas se não estiver de bom humor, nem tente), são diversas cenas de risadas. E garanto, elas já começam no começo do filme, até o seu final. Ah, também há várias cenas de ação ;) Sendo que o final te deixa com um gostinho de quero mais com a finalização triste do filme: "A magia nunca termina" em homenagem a Robin e Mickey.

















